| d i e g o ( @ 2008-08-01 13:58:00 |
Águas
Entrei ao táxi e disseste-me: "não te devo mais nada, certo?". "Certo", respondi. Ainda me machuca a voracidade de suas palavras. "Então, algo hoje à noite?"
Não.
"É claro, meu amor." E agarraste minhas mãos como se eu fosse preciosa e gostasse de mim. Sorriste com o mais falso de teus sorrisos. "Hum, onde é que tu moras, mesmo?". "Ali". Entraste na minha casa e arrancaste minha roupa. Dói-te o sabor das palavras? É uma combinação esdrúxula que me encanta.
Levaste minha alma consigo. Beijaste meu sonho como se eu fosse uma flor.
"Não contes nada a ninguém." Vadio. "É claro."
Tu se aproveitas do meu amor como se fosses digno a tal.
Eu não mais te encontrei.
Entrei ao táxi e disseste-me: "não te devo mais nada, certo?". "Certo", respondi. Ainda me machuca a voracidade de suas palavras. "Então, algo hoje à noite?"
Não.
"É claro, meu amor." E agarraste minhas mãos como se eu fosse preciosa e gostasse de mim. Sorriste com o mais falso de teus sorrisos. "Hum, onde é que tu moras, mesmo?". "Ali". Entraste na minha casa e arrancaste minha roupa. Dói-te o sabor das palavras? É uma combinação esdrúxula que me encanta.
Levaste minha alma consigo. Beijaste meu sonho como se eu fosse uma flor.
"Não contes nada a ninguém." Vadio. "É claro."
Tu se aproveitas do meu amor como se fosses digno a tal.
Eu não mais te encontrei.